DECISÃO JUDICIAL

Ocupantes do Morro da Serrinha são notificados para deixarem o local

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Instalação religiosa no Morro da Serrinha. Foto: Divulgação / Polícia Civil de Goiás

As pessoas que estão acampadas no Morro do Serrinha foram notificadas, nesta segunda-feira (8), sobre a determinação judicial de desocupação do terreno, que é uma área de preservação permanente (APP). O local tem sido usado por grupos religiosos para orações, cultos e atendimentos de fiéis.

Um oficial de Justiça esteve no Morro acompanhado de policiais militares e funcionários da Secretaria Estadual de Administração (Sead) para notificar as pessoas que estão no local. A desocupação foi autorizada em janeiro de 2019, mas foi suspensa durante a pandemia por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em paralelo, há uma ação do Ministério Público de Goiás tramitando na Justiça para que seja feita a recuperação ambiental do morro. Apesar disso, ela está suspensa até que se promova a reintegração de posse ao estado.

A dara que o Morro do Serrinha será desocupado ainda não foi divulgada. A medida, que autoriza a reintegração de posse, está valendo desde o dia 17 de abril e, caso os moradores não deixem o local, depois do prazo de 30 dias, forças policiais poderão ser usadas para auxiliar na desocupação.

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O documento foi assinado pela juíza Zilmene Gomide da Silva, que entendeu que além de construções irregulares na base e no topo do morro, no local também acontece a venda ilegal de drogas. Além disso, na decisão ela considerou a realização dos estudos para elaboração do Parque Estadual do Morro da Serrinha.

Apesar de a legislação proibir qualquer tipo de construção no Morro, o local é alvo de invasões de família sem-teto e religiosos, que erguem barracas de lona para servirem de moradia ou como sede de igrejas. Por conta disso, a Delegacia Estadual de Repressão à Crimes Ambientais destaca que a vegetação do morro está sendo prejudicada.

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Vivian lidera sessão e concede honraria a pastores evangélicos de Goiás

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A exemplo do que já havia feito em 2023, a deputada estadual, Vivian Naves (PP), aprovou sessão solene extraordinária na Assembleia Legislativa de Goiás – ALEGO para homenagear dezenas de pastores e pastoras com relevantes serviços prestados no estado. O evento, ocorrido nesta segunda-feira (30), entregou o Certificado do Mérito Legislativo a 60 líderes religiosos.

Em sua fala, a deputada ressaltou que todo o esforço que o Poder Público fizer em prol de reconhecer o trabalho das instituições religiosas para a sociedade ainda lhe parecerá pouco. Vivian reforçou que nada melhor do que em um espaço democrático como é da ALEGO para eternizar o nome de vários homens e mulheres de Deus que entregam suas vidas para cuidar do próximo.

“Os pastores são, antes de tudo, líderes espirituais, guiando com amor, sabedoria e dedicação os fiéis que buscam refúgio e orientação em suas palavras e exemplos. Mas não apenas isso. Sabemos que, além de pastores, muitos de vocês são também conselheiros, amigos, pais e mães espirituais, que oferecem conforto em tempos de dor e esperança em momentos de dificuldade”, enfatizou a parlamentar.

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Vivian valorizou as profundas raízes cristãs do estado de Goiás e analisou que agora, mais do que qualquer outro momento recente, os desafios sociais e morais que se impõem às famílias têm ressaltado ainda mais a importância da orientação da palavra de Deus, sendo os pregadores do evangelho as vozes firmes que estruturam a construção de uma sociedade mais justa e harmoniosa.

“As pregações de muitos que aqui estão ultrapassam as paredes das igrejas, transformando lares, comunidades e cidades inteiras, promovendo o bem-estar espiritual e social de nosso povo. Esta homenagem não é apenas um gesto simbólico, mas um reconhecimento real e merecido de todos os esforços e sacrifícios feitos por vocês, deixando de lado interesses pessoais pelo coletivo. Isso precisa ser exaltado”, reforçou.

Uma das agraciadas foi a pastora Ilma Ferreira do Nascimento, de Anápolis, que possui uma responsabilidade dobrada em manter o histórico de liderança feminina de sua família, já que é filha da pastora Eva Carillho Ferreira. “Desde criança eu acredito que já fui chamada. Porque eu sempre me envolvi em obras sociais e ainda com 10 anos de idade e eu já participava na igreja, ajudando as pessoas. E aquilo pra mim foi um chamado. O que nos fortalece é você conhecer a palavra. A palavra que transforma, que liberta o homem, que nos traz esperança e fortalece (…) Em meio a tantas dificuldades, é isso que nos sustenta”, finaliza.

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