No mês de junho, em Goiás, foi registrado um número de 76.906 admissões, e a criação de 5.091 novos empregos formais, segundo o levantamento Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Apesar desse número, o estado registrou 71.814 desligamentos.
A área que mais se destacou no número de empregos foi o setor de serviços, com 2.244 postos de trabalho ocupados. Ademais, aparece na sequência as indústrias, com 1.492, e a construção, com 1.384.
Desses, o menor foi setor do comércio, que foi responsável por gerar 1.281 vagas. O titular da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), Joel de Sant’Anna Braga Filho, informou que o ramo que mais vem crescendo é o de confecção, e que parte desse mercado deve-se à região da rua 44, em Goiânia, e dos pequenos negócios.
“A previsão é de que o número de empregos continue crescendo nos próximos meses em razão de programas como o Cinturão da Moda, que leva a pequenos municípios a demanda de mão de obra para produzir as roupas. E nós preparamos essas pessoas por meio de cursos profissionalizantes gratuitos”, diz Joel.
Todo esse resultado se expande para além das fronteiras do estado de Goiás. No Brasil, o estado ocupou, em junho, o 10º lugar no ranking dos que mais ofereceram vagas de trabalho com carteira assinada.
No ano passado, o Produto Interno Bruto goiano findou com um crescimento de 6,6%, com esse resultado Goiás sobressaiu a expectativa do nacional, que era 2,9%. No período, foram gerados quase 100 mil empregos.