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Polícia investiga vazamento de necropsia de Marília Mendonça

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Cantora goiana Maríllia Mendonça morreu em novembro de 2021. Foto: Reprodução / Instagram

A Polícia Civil de Minas Gerais abriu um procedimento administrativo para investigar o vazamento de fotos do laudo de necropsia da cantora goiana Marília Mendonça. O material continham imagens do corpo da artista no Instituto Médico Legal (IML).

A Polícia quer descobrir como as imagens se tornaram públicas. Segundo a instituição, o sistema onde ficam armazenados os documentos é auditável e vai ser possível identificar quem teve acesso ao documento.

A família de Marília Mendonça denunciou, nesta quinta-feira (13), o suposto vazamento de informações relacionadas à investigação da morte da artista. A situação veio à tona após fotos que seriam da suposta autópsia da cantora começarem a circular nas redes sociais.

A equipe de Marília chegou a divulgar uma nota oficial sobre o assunto. O texto destaca que a mãe da artista, dona Ruth Dias, não iria se manifestar, mas que pediu respeito.

Já o advogado que representa a família, Robson Cunha, condenou o suposto vazamento. Segundo ele, o inquérito policial corre em sigilo, com restrições de acesso. O advogado classificou a divulgação dos dados como um ato “irresponsável, desumano e criminoso”.

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Na nota, Cunha afirmou que irá à Justiça para buscar a devida punição, tanto para os responsáveis pelo vazamento de informações, quanto para as pessoas que compartilhassem o conteúdo na internet. Vale lembrar que a divulgação de imagens e vídeos de pessoas mortas é crime previsto no artigo 212 do Código Penal Brasileiro, com pena prevista de um a três anos de prisão, e multa.

Marília Mendonça morreu em novembro de 2021, após a queda do avião que a transportava na cidade de Caratinga, em Minas Gerais. O acidente vitimou também o tio e assessor da cantora, Abicieli Silveira, o produtor Henrique Bonfim, o piloto e o copiloto da aeronave.

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Caiado cancela presença em evento de Álvaro Machado e escancara crise na campanha

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O governador Ronaldo Caiado (UB) desistiu de participar de uma carreata do candidato à reeleição em Barro Alto, Álvaro Machado (MDB), realizada na manhã desta quarta-feira, 2. Embora um banner com o anúncio da presença de Caiado tenha sido divulgado nas redes sociais de Álvaro, o governador não compareceu.

Estiveram presentes apenas o vice-governador Daniel Vilela (MDB), que fez uma breve participação, e uma das filhas de Caiado, o que, para muitos, evidenciou a distância que o governador vem mantendo da campanha de Álvaro Machado nas últimas semanas. Nos bastidores, a explicação é clara: a arrancada de Robertinho Lucena (PP) nas pesquisas recentes tem mudado o cenário eleitoral de Barro Alto, colocando em xeque a reeleição de Álvaro.

A pesquisa eleitoral mais recente, realizada pelo Instituto Lupa Pesquisas, revelou um cenário de empate técnico entre os dois candidatos. Álvaro Machado, que liderava com folga há pouco mais de um mês, agora aparece com 45,28% das intenções de voto na pesquisa estimulada, enquanto Robertinho Lucena saltou para 41,24%. A margem de erro de 5 pontos percentuais coloca os dois tecnicamente empatados.

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A mudança no cenário eleitoral é apontada como o principal motivo para a ausência de Ronaldo Caiado na carreata de Álvaro, segundo lideranças locais. O governador, que é conhecido por sua habilidade em calcular os cenários políticos, teria decidido se afastar de uma campanha que já não parece ser tão segura quanto antes.

Em agosto, a situação parecia muito mais confortável para o atual prefeito. Naquele momento, Álvaro liderava as pesquisas com 58,7% das intenções de voto, enquanto Robertinho tinha apenas 22,6%. No entanto, a estratégia de campanha de Robertinho, focada em propostas de revitalização da cidade, melhoria da saúde e infraestrutura, tem ganhado força entre os eleitores, especialmente aqueles que desejam uma mudança na administração municipal.

Outro fator que tem pesado na decisão de Caiado em se distanciar é o crescente índice de rejeição de Álvaro. Na pesquisa mais recente, 23,18% dos eleitores afirmaram que não votariam no atual prefeito de jeito nenhum. O dado indica que, além de perder terreno nas intenções de voto, Álvaro também tem enfrentado dificuldades em reconquistar parte do eleitorado que o apoiava anteriormente. O levantamento da Lupa Pesquisas foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número GO-01720/2024.

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