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Operação contra exploração infantil em Goiás descobre mais uma faceta cruel

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Foto: Divulgação/ PCGO

A Operação Prostasia da Polícia Civil (PC), que visa combater a exploração sexual e pornografia infantil na internet, teve mais um avanço nesta sexta-feira (16), desta vez, contra a automutilação de crianças e adolescentes.

Por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC), um novo suspeito foi identificado. Segundo informações divulgadas pela PC, ele tem 18 anos, mora em Goiânia e é investigado por armazenar e compartilhar pornografia infantil.

Mas outra violência praticada pelos criminosos foi descoberta: imagens que incentivam a automutilação de crianças e adolescentes.

De acordo com a PC, eles utilizavam informações sobre a família das vítimas para ameaçá-las. O perfil buscado pelos suspeitos, ainda segundo a PC, eram menores de 09 a 16 anos.

Desde o início do ano, a operação cumpriu quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Goiânia, Anápolis, Abadiânia, Goiás e Mineiros.

Ao todo, desde a primeira etapa, o número de arquivos envolvendo exploração infantil já se aproxima de 30 mil. As investigações ainda incluem suspeitos de outros estados, como São Paulo e Rio de Janeiro.

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Opinião

TRE confirma candidatura de Gilda Naves a vice-prefeita de Silvânia

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O Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) confirmou, nesta semana, a candidatura de Gilda Naves (Republicanos) ao cargo de vice-prefeita de Silvânia, ao lado de Doutor Geraldo (PP), atual prefeito e candidato à reeleição. Com a decisão, Gilda segue firme na disputa.

O recurso, apresentado pelo candidato adversário, Carlão (UB), e sua coligação, baseava-se na alegação de que Gilda estaria inelegível devido à rejeição de contas em sua gestão à frente da prefeitura de Silvânia, entre 2009 e 2016. No entanto, o TRE decidiu em favor da candidatura da ex-prefeita, afirmando que não houve dolo específico em sua conduta, requisito necessário para a inelegibilidade.

O relator do caso, o desembargador eleitoral Rodrigo de Melo Brustolin, argumentou que, para que houvesse a inelegibilidade seria necessário comprovar que as irregularidades identificadas nas contas de Gilda configurassem ato doloso de improbidade administrativa. Em seu voto, Brustolin afirmou que a rejeição das contas, no caso de Gilda, foi devido a erros administrativos, mas que não havia prova de que ela tivesse agido com intenção de causar prejuízos ao erário público​.

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O relator destacou ainda as recentes mudanças trazidas na lei que alterou a Lei de Improbidade Administrativa. A nova legislação exige dolo específico para que o gestor seja considerado inelegível, ou seja, é necessário que o ato tenha sido praticado com a intenção clara de alcançar um resultado ilícito.

Carlão, que tem Gilda como uma de suas principais adversárias, tentava utilizar a rejeição de contas como forma de barrar a participação da ex-prefeita na chapa de Doutor Geraldo. No entanto, com a decisão favorável para Gilda, a campanha do atual prefeito ganha fôlego na reta final para as eleições.

A ex-prefeita, que traz consigo um legado administrativo marcado por obras e programas sociais, tem forte apelo entre os eleitores, especialmente os mais antigos, que reconhecem o trabalho realizado durante os anos em que esteve à frente da prefeitura. A experiência política e administrativa de Gilda é vista como um ponto positivo para a chapa.

Liderança nas pesquisas

A pesquisa eleitoral mais recente, realizada pela Lupa Pesquisas nos dias 27 e 28 de setembro, mostra Doutor Geraldo à frente na disputa pela Prefeitura de Silvânia, com 45,42% das intenções de voto no cenário estimulado. O prefeito também lidera no cenário espontâneo, em que os eleitores apontam seus candidatos sem a apresentação de nomes, com 40,24% das intenções de voto. Carlão aparece em segundo lugar nas duas modalidades, com 43,35% na estimulada e 38,17% na espontânea.

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Os dados técnicos da pesquisa indicam que foram entrevistados 579 eleitores de forma presencial, com uma margem de erro de 4 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, e a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número GO-08532/2024.

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